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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Parte do longa metragem “Ódio” é gravado em Barra do Piraí

Nessa semana, nos dias 16, 17 e 18 de julho, mais um longa metragem trouxe sua produção para o Polo Audiovisual de Barra do Piraí. Trata-se do filme “Ódio”, uma releitura do Longa Metragem homônimo de Carlo Mossy, de 1977. Filme independente, a versão de 2012 é dirigida por Luiz Rangel.


Veja algumas imagens e ouça um pouco da música do filme:


Curta e acompanhe a produção pelo www.facebook.com/odiooficial
Veja também essas fotos no facebook, curta e compartilhe.

Sinopse:

Um jovem advogado, idealista, defende a tese de que os criminosos são vítimas da sociedade. Porém, tudo muda quando certa noite a casa de sua família é atacada por quatro ex-empregados da fazenda onde moram, que torturam e chacinam todos. Após ser violentamente espancado e baleado, o único sobrevivente do massacre é este jovem advogado que, ao se recuperar, resolve mudar radicalmente suas crenças e ideais, saindo em busca de vingança contra cada um dos marginais, os quais tomaram rumos diferentes na vida para fugir do que fizeram.

Elenco:

André Ramiro, Luciano Szafir, Mário Frias, Lady Francisco, Neusa Borges, Edwin Luisi, Alcione Mazzeo, Luciano Quirino, Fausto Fawcett, Déo Garcez. Participação (super) especial: Carlo Mossy.

Direção (2012): Luiz Rangel
www.luizrangel.com
http://cineastaluizrangel.blogspot.com.br/
Direção de Arte: Paulinho Moschem.
Diretora de Produção: Renata Rios
Produção: LCR Imagem Produtora - Renata Rios e Luiz Rangel

via https://www.facebook.com/odiooficial/info

Financiamento coletivo Longa Metragem Ódio | movere
ww.movere.me/projeto/154-longa-metragem-odio/
vimeo.com/44665170

terça-feira, 10 de julho de 2012

"Tive muito mais repercussão e força lá fora", afirma diretora Júlia Murat

Via Marco Tomazzoni - iG São Paulo | 09/07/2012 ( veja matéria completa e os comentários no site clicando aqui )

Júlia Murat no Festival de Toronto, no ano passado
(Getty Images)
Estreante em ficção com o premiado "Histórias que Só Existem Quando Lembradas", cineasta ataca sistema de produção no Brasil e reconhece que fez um "filme de festival"
(...)  "Estou um pouco frustrada", comentou ao iG a diretora Júlia Murat, 33 anos e grávida de oito meses, que debuta em longas de ficção com "Histórias...". "Sabia desde o início que isso ia acontecer, o processo do filme foi esse. Consegui dinheiro lá fora e não no Brasil. Fui recusada pelo Festival de Brasília e entrei em Veneza. Era muito claro que eu teria muito mais repercussão e força lá fora, por mais contraditório que isso possa parecer, do que aqui. O Brasil hoje está voltado para cinema comercial. Há muito dinheiro, só que quase todo é colocado nas mãos de pouquíssimas produtoras que fazem filmes comerciais. A distribuição é quase igual. Esse é panorama que se tem hoje, está muito difícil fazer um filme que fuja disso." (...)

domingo, 8 de julho de 2012

Pré-estreia "Histórias que só existem quando lembradas" em Barra do Piraí

Veja como foi a pré-estreia do filme "Histórias que só existem quando lembradas" de Júlia Murat, em Barra do Pirai, no dia 5 de julho de 2012.


Depois de quase 20 anos sem cinema, Barra do Piraí inaugurou, em março deste ano, duas novas salas de projeção. E foi numa delas, nesta quinta-feira (cinco de julho) que aconteceu um evento muito especial para a cidade: a pré-estreia nacional do primeiro filme rodado no Polo Audiovisual de Barra do Piraí. "Histórias que só existem quando lembradas", de Júlia Murat, foi gravado em 2011 e já rodou o mundo ganhado prêmios.

O filme conta a história de Jotuomba, uma cidade esquecida no tempo. Elogiado pela crítica, conquistou 28 prêmios internacionais em festivais como o de Abu Dhabi e o de San Sebastian.

Na pré-estreia, foram homenageados o ator Pedro Igreja, o assistente de produção Hélder Cardozo, os apoiadores que cederam a locação, Eunice e Joel Tinoco, e o cozinheiro Marquinho.

Júlia Murat enfatizou a importância da Film Commission de Barra do Piraí na produção do longa-metragem.

Após a sessão, o público demonstrou sua satisfação com o filme e com a novidade de ver a cidade transformada num Polo Audiovisual.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Entrevista sobre pré-estreia de Histórias que só existem quando lembradas em Barra do Piraí

O Secretário Municipal de Trabalho e Desenvolvimento Econômico de Barra do Piraí, Roberto Monzo, falou à TV RioSul na última quinta-feira (05 de julho) sobre a pré-estreia do filme Histórias que só existem quando lembradas, de Júlia Murat, rodado no Polo Audiovisual da região.



Transcrição da entrevista

O cinema está levando Barra do Piraí para o mundo! O filme "Histórias que só existem quando lembradas", rodado no município, já acumula prêmios internacionais. E hoje é o dia da pré-estreia. Os moradores de Barra do Piraí que acompanharam as gravações vão poder ver o resultado. E para saber mais sobre o filme eu vou conversar agora com o secretário de desenvolvimento de Barra do Piraí, Roberto Monzo. Boa tarde!

Roberto Monzo: Boa tarde.

Juliana Souto: Obrigado por participar hoje aqui do RJ. E vamos começar falando de uma novidade muito boa. O filme acabou de ganhar um prêmio em Paris?

Roberto Monzo: É, o filme participou do Festival Brasileiro de Cinema, em Paris, e foi premiado como melhor filme, é o mais recente prêmio internacional dele, já que ele vem colecionando um monte de prêmios.

Juliana Souto: Pois é, são vários outros, né? Cita alguns para a gente.

Roberto Monzo: Melhor filme em Abu Dabhi, São Sebastiam, enfim, em vários países do mundo onde ele vem participando. Menções honrosas, prêmios de atriz, prêmio de melhor filme, prêmio de fotografia... É um filme muito premiado e um orgulho para todos nós.

Juliana Souto: Pois é, como a população de Barra do Piraí está se sentindo, estão orgulhosos?

Roberto Monzo: Com certeza.

Juliana Souto: Ver a cidade sendo divulgada...

Roberto Monzo: Orgulhosa de ver a cidade, orgulhosa de ver as pessoas, já que o filme tem a participação de um pedreiro aposentado, seu Pedro Igreja, aos 78 anos. Quando a gente pensa que está encerrando a carreira, ele está iniciando uma nova, de ator em cinema.

Juliana Souto: Muito legal. Quer dizer que nós temos imagens das gravações que a nossa equipe acompanhou. Vamos dar uma olhadinha. Olha aí. Quanto tempo duraram estas gravações?

Roberto Monzo: As gravações aconteceram durante seis semanas, aliás dois meses, dois meses de gravação. Nós temos o seu Pedro Igreja ali, estamos na gravação em São Sebastião de Lacerda e também em Ipiabas. Essa é a casa da personagem principal, que é a Madalena, que é a fazenda lá em Ipiabas da família Tinoco. Aí a Rita Guedes, a grande atriz que viveu a personagem principal do filme.

Juliana Souto: Conta para a gente um pouquinho desta história.

Roberto Monzo: Então, a história é passada na cidade de Jotuomba, uma cidade fictícia do Vale do Paraíba que ficou parada no tempo com o declínio do café, a desativação da ferrovia. E nessa cidade, o cemitério ficou trancado e, desde então, ninguém morria. Madalena era padeira, tinha suas atividades e é surpreendida com a chegada da Rita, uma jovem da cidade grande, fotógrafa e cheia de tecnologia em um lugar que ficou parado no tempo. Então esse encontro desenrola em uma história muito bonita e de gerações, de cultura. É um filme que vale a pena ser visto. É um filme de muita plasticidade, artístico.

Juliana Souto: Uma história impressionante.

Roberto Monzo: Muito bonito, muito bonito.

Juliana Souto: E como é que Barra do Piraí foi escolhida para ser o cenário deste filme?

Roberto Monzo: Bom, começa com a criação do polo visual de Barra do Piraí, em 2009, uma estrategia da prefeitura para promover o desenvolvimento a partir da economia criativa, aproveitando o potencial da cidade e da nossa região com o patrimônio histórico, criativo e natural. E a partir da criação do polo audiovisual, a gente vem captando, atraindo produções. O polo visual tem varias ações, uma delas a atração de produções audiovisuais. Foi o primeiro município do estado do Rio a assinar um acordo de cooperações técnica com a Rio Film Commission, que é um escritório do estado do Rio responsável pela atração de produções também internacionais. E por conta disso, a Secretaria Estadual de Cultura vem indicando Barra do Piraí como um possível destino das produções.

Juliana Souto: Quer dizer, esse polo audiovisual está sendo muito importante para a cidade?

Roberto Monzo: Importante para a cidade, para a região e para o próprio estado. Ele tem sido divulgado como um exemplo de polo, e o Steve Solot, que é presidente da Rio Film Commission, tem participado de festivais, como de Cannes, Paris, no mundo inteiro, falando dessa experiência, da experiência do projeto Luz, Câmera, Educação, que leva oficinas de cinemas para escola e, portanto, dissemina a cultura do audiovisual. É uma mudança muito grande para a cidade.

Juliana Souto: Pois é, como isso está sendo para a população? A população está vendo o cinema de forma diferente? Acompanhou toda a gravação, né. Como está sendo para os moradores?

Roberto Monzo: Então, é um motivo de orgulho. Até então eles ainda não viram o filme, vão ver hoje. O filme estreou, na verdade ele foi exibido no Festival de Cinema do Rio de Janeiro no ano passado, mas ainda não entrou no circuito, entra amanhã no circuito, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Então é aquela expectativa de ver alguma coisa que foi gravada ali, que leva as imagens da cidade, que leva pessoas da cidade.

Juliana Souto: Desperta curiosidade para o cinema, para a arte?

Roberto Monzo: Desperta curiosidade e, por exemplo, os jovens que participam do projeto Buscando a Educação, outro olhar voltado para o cinema, eles já assistem ao filme de outra forma, já analisam tecnicamente, artisticamente, um filme. Não é mais aquela posição de espectador apenas para entretenimento, mas como educação também.

Juliana Souto: A diretora está sendo muito elogiada pelos críticos, né?

Roberto Monzo: Brilhante. A Júlia Murat, que não só ganhou um monte de prêmios, mas vai ganhar um agora, ela está gravida, está por pouco para ter seu primeiro filho. A Júlia, é o seu primeiro longa-metragem. Ela, filha de uma importante cineasta, que é a Lúcia Murat, e agora começa com o pé direito com um filme realmente aclamado internacionalmente.

Juliana Souto: Muito bom. Lembrando que a pré-estreia é hoje, a população de Barra do Piraí vai poder conferir este resultado hoje.

Roberto Monzo: Exatamente, hoje, às 19h, no cinema recém inaugurado, onde agora a gente vai poder exibir as produções feitas pela cidade e feitas na cidade.

Juliana Souto: Esta aí, muito legal, secretário. Muito obrigada pela sua participação aqui no RJ. Uma boa exibição do filme lá e com certeza a população vai se divertir bastante, vai gostar de se ver na tela.

Roberto Monzo: Com certeza. E a gente fica muito feliz aí de estar sendo a porta de entrada do Vale do Café para as produções audiovisuais, o que vai promover o desenvolvimento não só de Barra do Piraí, mas de toda a região.

Juliana Souto: O cinema fica onde?

Roberto Monzo: O cinema fica dentro do Mercado Municipal, no Centro da cidade. Recém construídas essas duas salas de cinema, com inclusive projeção 3D. Depois de 20 anos sem cinema, a cidade volta a ter cinema e volta a curtir essa coisa maravilhosa, que é o polo audiovisual e a suas produções.

Juliana Souto: Toda a população lá hoje, então?

Roberto Monzo: Com certeza.

Juliana Souto: Obrigada.

Roberto Monzo: Eu é que agradeço.

Juliana Souto: Boa tarde.

Fonte: TV RIO SUL

terça-feira, 3 de julho de 2012

Cobertura do III Festival Internacional Estudantil de Cinema de Barra do Piraí

Confira um pouco de como foi o III Festival Internacional Estudantil de Cinema de Barra do Piraí na matéria abaixo:



Histórias que só existem quando lembradas - Longa-metragem pré-estreia nesta quinta-feira (5) em Barra do Piraí

A pré-estreia do longa "Histórias que Só Existem Quando Lembradas" será na quinta-feira, dia 5, às 19h, no cinema do Mercado Municipal Mário Sérgio do Nascimento. A sessão de pré-estreia será apenas para convidados. Informações sobre o projeto: (24) 2443-8210.
O filme de Júlia Murat (Taiga Filmes), “Histórias que só existem quando lembradas”, com Sônia Guedes, Lisa Fávero, Luiz Serra e Ricardo Merkin. foi o primeiro longa-metragem rodado no Pólo Audiovisual de Barra do Piraí e ganhou prêmios em festivais internacionais como:
  • Melhor Filme e Melhor Atriz no Abu Dabhi Fim Festival em 2011, nos Emirados Árabes;
  • Menção Especial no Festival de San Sebastian,
  • Melhor Filme no Festival de Riverrun nos EUA;
  • Prêmio de Público no Festival de Warsaw na Polônia;
  • Melhor Filme de Público no Festival Brasileiro de Cinema na França, em 2012.
Sinopse:

Jotuomba é um pequeno vilarejo em que ninguém morre há muito tempo e o cemitério está trancado com cadeado. Cada habitante cumpre sua função e assim seguem os dias. É assim até a chegada de Rita, uma jovem fotógrafa, à cidade.
Trailler:
Making of:



Matéria veiculada no Diário do Vale:


Uma iniciativa que deu certo e está rendendo bons frutos. Na próxima quinta-feira, dia 5, será realizada a pré-estreia do primeiro filme do Polo Audiovisual de Barra do Piraí - Histórias que Só Existem Quando Lembradas.

De acordo com o secretário de Trabalho e Desenvolvimento Econômico de Barra do Piraí, Roberto Monzo, que também é responsável pelo Polo Audiovisual, o projeto foi criado em 2009 com o objetivo de promover o desenvolvimento através da economia criativa.
- Nossa intenção é criar um novo perfil para o município aproveitando as características da cidade como estratégia de desenvolvimento. Queremos dar a Barra do Piraí uma nova identidade e sermos reconhecidos como a "cidade do audiovisual" - afirma Roberto.
Para ele é imprescindível tornar o município conhecido para movimentar a economia local. Para quem não conhece, o projeto busca valorizar o patrimônio histórico, cultual e natural.
- O projeto tem várias ações e uma delas é a atração de produções audiovisuais, como essa que será apresentada quinta-feira e foi feita no polo - adianta.
"Histórias que Só Existem Quando Lembradas" foi rodado em Vassouras e Ipiabas e Roberto Monzo explicou que o polo deu todo o apoio necessário. O longa demorou cerca de três meses para ser gravado.
- O escritório de audiovisual, Film Commission, é responsável por atrair as produções e dar a elas o suporte necessário - explica, lembrando que o projeto "Luz, Câmera, Educação" é o braço educacional do polo.
Roberto Monzo ressalta que o filme gera projeção para a cidade, movimenta a economia e divulga as belezas da região.
- O filme que terá pré-estreia aqui em Barra do Piraí é premiado e estreará no próximo dia 6 no Rio de Janeiro e em São Paulo. A produtora é a Taiga e a direção fica por conta de Júlia Murat.
Roteiro
O secretário explica que é um tipo de filme arte com uma temática bem poética.
- É a história de um lugarejo que ficou parado no tempo, o local é tão estranho que depois que um cemitério foi fechado, ninguém mais morreu. Tudo é bem retrógrado até o momento em que chega à cidade uma fotógrafa, a Rita, e dá um choque de realidade no lugar. O filme tem cerca de 1h40 e mostra o choque de gerações - adianta Roberto, que diz estar às vésperas de anunciar um novo projeto.
- O Polo Audiovisual é uma iniciativa que deu muito certo, procuramos dar todo o apoio necessário às produtoras, indicamos prestadores de serviços e profissionais qualificados que ajudarão na produção. Damos todo o apoio à infraestrutura necessário - acrescenta Roberto, salientando a importância do turismo cinematográfico na cidade que é a porta de entrada do Vale do Café.